So this is cristmas
She gone no why
Left to me a letter
"New York... Other Guy"
So this is cristmas
I don't have any work
I am just a creep
And my life is a joke.
A very merry cristmas (CHOROUS)
Please fuck one bullet in my head (i can't do it...)
I need to sleep now (...the life is so shit)
And don't get up of my bed
And so this is cristmas
The world is a shit
You are in doghouse
So shut up and sit!
And so this is cristmas
Next week new year
I desire for all
Very pain, very fear!
A very merry cristmas (CHOROUS)
Please fuck one bullet in my head (i can't do it...)
I need to sleep now (...the life is so shit)
And don't get up of my bed
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Esse país fede
Bom dia, Recife! Direto do topo da Terra: a taxa de suicidio diminui 8% este ano em noso país. Segundo meu encarregado de pesquisa aquântica, a campanha 'Não Desisto Nunca' parece que surtiu efeito em alguns pais de quatro famílias. Em contra partida, estou lançando a campanha 'Já Desisti!', para todos aqueles brasileiros que sabem que esse país não vai para lugar nenhum, senão direto para o inferno. Não precisa de muita coisa não; basta apenas sumir deste país por um plano de vôo ou por um plano etéreo. Aos mais céticos, eu sugiro que peguem um trem das seis, pra saber do que estou falando. Milhares de pessoas o tempo inteiro, cada qual acreditando ser um indivíduo, traçando um objetivo particular de acordo com um perfil coletivo, que foi inserido autonomamente por indivuduos que jamais saberemos quem são, acreditando sumariamente numa justiça divina, que agirá onde outrora ele foi incapaz, supostamente prejudicando os ricos e enriquecendo suas privações.
De outro lado, pegamos uma gama seleta de individuos superficialmente denotados de elite intelectual. Agora, que merda é essa? Nem meu terapeuta soube dizer. Para mim é apenas evidente que não sou diferente deles, somo todos ignorantes, a diferença é que minha ignorância está voltada para coisas que coletivamente são ignoradas, mas vistas como não ignorantes. No final a merda fede pra todo lado, e quando isso cai no ventilador...
Hoje o assunto está um lixo, nenhuma crítica, nenhuma salada. Vou vestir a camisa do "Já Desisti" e tentar elevar nossa taxa de suicídio para os padrões que devem ser de acordo com a distribuição social desse país. Se nada der certo, eu corto um dedo e viro presidente, depois mando o povo pra p.... e vou viajar sem pagar nada!
A merda da terapia parece que está funcionando, finalmente! É hora de tudo de novo. Agora só no Natal, quando chegar o Panettone! Volto pra dentro de mim...
De outro lado, pegamos uma gama seleta de individuos superficialmente denotados de elite intelectual. Agora, que merda é essa? Nem meu terapeuta soube dizer. Para mim é apenas evidente que não sou diferente deles, somo todos ignorantes, a diferença é que minha ignorância está voltada para coisas que coletivamente são ignoradas, mas vistas como não ignorantes. No final a merda fede pra todo lado, e quando isso cai no ventilador...
Hoje o assunto está um lixo, nenhuma crítica, nenhuma salada. Vou vestir a camisa do "Já Desisti" e tentar elevar nossa taxa de suicídio para os padrões que devem ser de acordo com a distribuição social desse país. Se nada der certo, eu corto um dedo e viro presidente, depois mando o povo pra p.... e vou viajar sem pagar nada!
A merda da terapia parece que está funcionando, finalmente! É hora de tudo de novo. Agora só no Natal, quando chegar o Panettone! Volto pra dentro de mim...
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Feriadão Americano
Bom dia Recife! Direto do topo da Terra, a moda agora, para os que fogem da bitolação excessiva das novelas pasteurizadas, é o seriado americano, que não necessariamente precisa ser americano, mas normalmente é; arquivos sofisticados de RMVB para um público sofisticado de VHS, que consome sofisticadamente uma nova roupagem da bitolação excessiva das novelas pasteurizadas. Tanto, que outro dia veio um para mim e disse: "Assiste aí pow, Heroes é massa!". Não sei, mas definitivamente a última coisa que um homem fodido como eu precisa é um enlatado comercial fodendo com minha cabeça. Quer dizer, no primeiro episódio ficarei entediado, no terceiro curioso, no sétimo interessado, no vigésimo eu já estou com vestindo uma camiseta da série, tomando coca-cola, pagando um tênis da nike e baixando um papel de parede de uma das atrizes gostosas.
Putz! Dia 15, Proclamação da República! Feriadão nacional! Deus salve a república, seja lá o que for isso, e com um pouco de fé ajude a salvar o Brasil também em doze vezes sem juros no cartão. A coisa anda uma merda. Temos um feriado que ninguém sabe para que que serve, já que o povo vê no império e na república a diferença que vê num chinês e num koreano, senão para aumentar o tempo de consumo de álcool e estimular nossas mentes imaturas e rebeldes, que é contra um sistema sem o qual não sobreviveríamos. E vai Brás o Brasil? Vai!.... E para a lula dez? Nove!....
Meu terapeuta discorda de mim (começo a desconfiar que ele é pago para isso). Talvez se ele tivesse de pegar o trem da central pra voltar pra casa às 18:00, ele teria uma opnião bem diferente...
Meu refúgio é me libertar, uma sombra e uma janela, o prédio, o 11° andar. No drugs! No myself!
Quer saber? Não gosto de você. Mas se você começou a gostar, esqueça tudo o que eu falei; já estou no 34° episódio e posso dizer: Heroes é massa!
Hora da terapia, volto pra dentro de mim.
Putz! Dia 15, Proclamação da República! Feriadão nacional! Deus salve a república, seja lá o que for isso, e com um pouco de fé ajude a salvar o Brasil também em doze vezes sem juros no cartão. A coisa anda uma merda. Temos um feriado que ninguém sabe para que que serve, já que o povo vê no império e na república a diferença que vê num chinês e num koreano, senão para aumentar o tempo de consumo de álcool e estimular nossas mentes imaturas e rebeldes, que é contra um sistema sem o qual não sobreviveríamos. E vai Brás o Brasil? Vai!.... E para a lula dez? Nove!....
Meu terapeuta discorda de mim (começo a desconfiar que ele é pago para isso). Talvez se ele tivesse de pegar o trem da central pra voltar pra casa às 18:00, ele teria uma opnião bem diferente...
Meu refúgio é me libertar, uma sombra e uma janela, o prédio, o 11° andar. No drugs! No myself!
Quer saber? Não gosto de você. Mas se você começou a gostar, esqueça tudo o que eu falei; já estou no 34° episódio e posso dizer: Heroes é massa!
Hora da terapia, volto pra dentro de mim.
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Vacalização
Bom dia Recife! Direto do topo da Terra, a vaca foi pro brejo! E pense num brejo fundo, não, porque se a porra da vaca soubesse sair de lá eu não estaria pagando R$9,00 em 400gm de leite. Eu bem que avisei ao meu primeiro amor que essa onda da vaca chapada ia deixar a coisa muito louca. Azar o dela, que fica com menos irmãs. As vacas estão em extinção! Nada de pânico, nada de pânico: não são as de saia, mas as de teta. Não me admira que o índice de jovens consumidores ativos de álcool tenha aumentado tanto. Comprar caxaça é melhor que leite: é mais barato e rende mais. Putz! Slogan puro! Num país com 60 milhões de vacas o leite está caro pra cachorro! O censo equivocou-se grosseiramente. Qualquer um que der uma volta pela rua acha mais piranha do que vaca numa média folgada de 6 para 1! Se piranha tivesse peito, muita vaca por aí já viria engarrafada.
A coisa está tão feia que já inventaram até uma tal de bebida láctea, uma bebida de leite, que parece leite, mas não é leite! Cafezinho com leite? Uai! Só se for café descafeinado, com leite sem lactose e açucar sem sacarose! Graças a Deus a cerveja sem álcool não fez sucesso no país do futebol! Do jeito que vamos vai ter logo, logo, neguinho inventando água sem H2O. Sorte do bezerro. Teta e ponto pra ele.
Porque em terra de tucano quem tem teta é lula de nove dedos! E vai Brás o Brasil! Ejaculação precoce é fonte de leite! Oh, saco! Hora da terapia. Volto pra dentro de mim.
A coisa está tão feia que já inventaram até uma tal de bebida láctea, uma bebida de leite, que parece leite, mas não é leite! Cafezinho com leite? Uai! Só se for café descafeinado, com leite sem lactose e açucar sem sacarose! Graças a Deus a cerveja sem álcool não fez sucesso no país do futebol! Do jeito que vamos vai ter logo, logo, neguinho inventando água sem H2O. Sorte do bezerro. Teta e ponto pra ele.
Porque em terra de tucano quem tem teta é lula de nove dedos! E vai Brás o Brasil! Ejaculação precoce é fonte de leite! Oh, saco! Hora da terapia. Volto pra dentro de mim.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Minha Mão, Minha Amante.
Bom dia Recife! Não seria pleonasmo dizer que a mulher pertence tipicamente à classe feminina, porque se ela pertencesse a masculina, primeiramente, não seria tão complicada. Um escritor irlandês disse uma vez que a mulher não quer ser entendida, ela quer ser amada, eu até engoliria essa, não fosse ele gay. O que eu quero dizer é que se a mulher não fosse tão feminina, não passaríamos duas horas e meia numa loja de roupas, não seríamos repreendidos pela posição da tampa da privada, não conheceríamos a expressão "51 não autorizado" quando fóssemos pagar o motel, e principalmente seríamos muito mais resolvidos sexualmente, porque sim, somos muito mais objetivos e explícitos quanto ao que nos agrada na cama, diferente da classe feminina, que prefere ocultar seus desejos instintivos, com uma prerrogativa hipócrita de um falso moralismo cristão ortodoxo; ou apenas seja só medo de ser chamada de piranha, o que já nos deixa num nível favorecido, porque não temos dessas frescuras.
É necessário dizer que a mulher tem tentado elevar-se de acordo com a evolução da sociedade. Quantas não já criaram sua independência, trabalhando um período inteiro num emprego de merda, para poder pagar 40 reais num ingresso de um cantor de pagode, de cabelo oxigenado, viciado em maconha que canta "senta no meu colo, dessa vez eu te imploro"? Temos também as adolescentes que recorrem aos pais o mesmo valor, que por sua vez tem que fazer hora extra para pagar esse luxo, com a finalidade de não desapontar a filha e principalmente não desagradar a esposa, que por sua vez é totalmente a favor das micro-saias da filha, para não ficar sem aquele bom pedaço de carne de madrugada; quem conhece a história sabe que a menina vai fazer sexo com um cara mais fodido que a foda, pegar uma barriga e ser mãe solteira sustentada pelos pais. Seria justo, não fosse uma merda.
Meu terapeuta disse que tenho problemas de relação, que encaro meus problemas apenas ofendendo de modo explícito minha adversidade. Evidentemente eu mandei ele se foder, mas como ele ganha muito comigo, não houve constrangimento, da parte dele, claro. No final, nossa melhor amante é a mão, um pedaço nosso que sustenta nossas necessidades e nos ajuda a descobrir todos os mistérios e prazeres que ela mesma pode oferecer ao nosso corpo. Quando começamos a nos descobrir sexualmente é ela que nos ajuda (o que costuma durar anos, muitos para alguns), quando a mulher está menstruada é ela que nos auxilia, e mesmo quando estamos na maior merda, mendigo que seja, ela é a única puta que não nos abandona. Quer dizer, ela é uma vadia gratuita por tempo vitalício que a própria natureza se imcubiu de nos dar. Bendita seja a criação divina! Se a mão fosse uma prostituta, todo aleijado seria rico. Mas como ela é de graça, o alejado que se foda, sorte de quem tem a mão.
E o que tudo isso quer dizer? Eu não sei, achei apenas que deveria falar disso antes de me alcoolizar num bar de merda por aqui. O fato é que tudo me deprime, o mundo me deprime, o futebol me deprime, o pagode me deprime, a mulher me deprime, meu gato me deprime, a cor do meu sapato me deprime, o tamanho do meu pau me deprime, o canal pornô me deprime e todas as demais porcarias que me mantêm vivo.
Talvez eu discuta Sheaskpear na próxima, talvez não; talvez meu terapeuta esteja certo. Talvez essa porcaria de bloqueio não exista e eu não seja mesmo um escritor. Afinal sempre fui de momento, de experiência, sempre escrevi o que estava dentro de mim, nunca o que fora, quero dizer, me dê Camões e eu lhe darei Camões, dê-me Kafka para beber e eu mijarei Kafka, enfie machado de Assis no meu rabo e eu gozarei machado de Assis. Eu sou um bom copiador, moldando a criação de alguém, deturpando a imagem fodida de um fodido qualquer, mas seja lá o que for, eu sou um filho da puta muito bom no que faço.
Mas agora é hora da terapia, e o trânsito está uma merda por causa do show de pagode. Volto pra dentro de mim.
É necessário dizer que a mulher tem tentado elevar-se de acordo com a evolução da sociedade. Quantas não já criaram sua independência, trabalhando um período inteiro num emprego de merda, para poder pagar 40 reais num ingresso de um cantor de pagode, de cabelo oxigenado, viciado em maconha que canta "senta no meu colo, dessa vez eu te imploro"? Temos também as adolescentes que recorrem aos pais o mesmo valor, que por sua vez tem que fazer hora extra para pagar esse luxo, com a finalidade de não desapontar a filha e principalmente não desagradar a esposa, que por sua vez é totalmente a favor das micro-saias da filha, para não ficar sem aquele bom pedaço de carne de madrugada; quem conhece a história sabe que a menina vai fazer sexo com um cara mais fodido que a foda, pegar uma barriga e ser mãe solteira sustentada pelos pais. Seria justo, não fosse uma merda.
Meu terapeuta disse que tenho problemas de relação, que encaro meus problemas apenas ofendendo de modo explícito minha adversidade. Evidentemente eu mandei ele se foder, mas como ele ganha muito comigo, não houve constrangimento, da parte dele, claro. No final, nossa melhor amante é a mão, um pedaço nosso que sustenta nossas necessidades e nos ajuda a descobrir todos os mistérios e prazeres que ela mesma pode oferecer ao nosso corpo. Quando começamos a nos descobrir sexualmente é ela que nos ajuda (o que costuma durar anos, muitos para alguns), quando a mulher está menstruada é ela que nos auxilia, e mesmo quando estamos na maior merda, mendigo que seja, ela é a única puta que não nos abandona. Quer dizer, ela é uma vadia gratuita por tempo vitalício que a própria natureza se imcubiu de nos dar. Bendita seja a criação divina! Se a mão fosse uma prostituta, todo aleijado seria rico. Mas como ela é de graça, o alejado que se foda, sorte de quem tem a mão.
E o que tudo isso quer dizer? Eu não sei, achei apenas que deveria falar disso antes de me alcoolizar num bar de merda por aqui. O fato é que tudo me deprime, o mundo me deprime, o futebol me deprime, o pagode me deprime, a mulher me deprime, meu gato me deprime, a cor do meu sapato me deprime, o tamanho do meu pau me deprime, o canal pornô me deprime e todas as demais porcarias que me mantêm vivo.
Talvez eu discuta Sheaskpear na próxima, talvez não; talvez meu terapeuta esteja certo. Talvez essa porcaria de bloqueio não exista e eu não seja mesmo um escritor. Afinal sempre fui de momento, de experiência, sempre escrevi o que estava dentro de mim, nunca o que fora, quero dizer, me dê Camões e eu lhe darei Camões, dê-me Kafka para beber e eu mijarei Kafka, enfie machado de Assis no meu rabo e eu gozarei machado de Assis. Eu sou um bom copiador, moldando a criação de alguém, deturpando a imagem fodida de um fodido qualquer, mas seja lá o que for, eu sou um filho da puta muito bom no que faço.
Mas agora é hora da terapia, e o trânsito está uma merda por causa do show de pagode. Volto pra dentro de mim.
domingo, 28 de outubro de 2007
1° Período Menstrual
Bom dia Recife! Os mortais chamariam de porre homérico, mas eu prefiro dizer que estou voltando de minha 734° tentativa frustrada de me embreagar até perder a consciência. Posso dizer sem modéstia que já consumi mais álcool que um ônibus que faz a linha subúrbio/centro. Não que isso seja motivo de orgulho, pelo contrário; não conseguir destruir seu próprio organismo é uma indicação explícita de incompetência... Enfim!... Hoje em dia é moda ser universitário. Claro que houve um aumento da demanda, mas a coisa está ridícula, chegamos em um ponto onde ou sé é mauricinho ou não se é branco. Outro dia fui com um amigo ao seu primeiro dia de aula, evidentemente estamos falando de faculdade paga, qual não foi minha surpresa ser recebido com uma mini-orquestra, com sopro e tocando Aquarela?! Putz! Quer dizer, que merda era aquela? É esse tipo de coisa que fode com a cabeça de um sujeito como eu. O dicionário aureliano tem quase um milhão de palavras, mas é numa dessa que eu prefiro dizer 'sem comentários'.
Mas ser universitário hoje em dia é uma patente boa, principalmente para transar, porque quando a garota é também universitária fode porque é alguém igual, e quando não é, fode porque é alguém de nível. Mesmo porque foder nos dias de hoje, não é apenas uma expressão comum, mas também um ato comum, seja entre vizinhos ou parentes. Então meu jovem playboy, se você está prestes a entrar nesse mundo promissor chamado faculdade, lubrifique-se bem, porque vai entrar.
Nada é estudo. Tudo é uma indústria. Se não passar no período, papai paga cadeira, ou desembolsando um pouco mais, papai já paga o diploma. Nada como se drogar e fazer orgias enquanto seu futuro está sendo plenamente garantido. Preocupa-me é saber que um deles será meu hepatologista. As faculdades não transformam pessoas, apenas criam logomarcas.
Meu terapeuta disse que isso é cisma minha, uma forma de canalizar minha raiva criticando o alheio. Eu até concordaria com ele, não fosse um motivo banal: ele fez faculdade. Talvez toda essa merda seja inveja, talvez eu queira ter uma gata de jeans arrojado e cabelo liso, pra sair com ela prum motel, com dinheiro de papai, na moto que mamãe me deu, logo depois da aula da facul que vovó paga todo mês. Talvez eu não queira ser um escritor fodido, auto-piedoso, babaca, que só sabe ficar com a cara no próprio rabo. Talvez eu queira mais, ser um desses meninos de luz, que enchem a casa de alegria. Mas enquanto essa merda não acontece, vou fodendo o que puder se mexer... Ooops!... Hora da terapia. Volto pra dentro de mim.
Mas ser universitário hoje em dia é uma patente boa, principalmente para transar, porque quando a garota é também universitária fode porque é alguém igual, e quando não é, fode porque é alguém de nível. Mesmo porque foder nos dias de hoje, não é apenas uma expressão comum, mas também um ato comum, seja entre vizinhos ou parentes. Então meu jovem playboy, se você está prestes a entrar nesse mundo promissor chamado faculdade, lubrifique-se bem, porque vai entrar.
Nada é estudo. Tudo é uma indústria. Se não passar no período, papai paga cadeira, ou desembolsando um pouco mais, papai já paga o diploma. Nada como se drogar e fazer orgias enquanto seu futuro está sendo plenamente garantido. Preocupa-me é saber que um deles será meu hepatologista. As faculdades não transformam pessoas, apenas criam logomarcas.
Meu terapeuta disse que isso é cisma minha, uma forma de canalizar minha raiva criticando o alheio. Eu até concordaria com ele, não fosse um motivo banal: ele fez faculdade. Talvez toda essa merda seja inveja, talvez eu queira ter uma gata de jeans arrojado e cabelo liso, pra sair com ela prum motel, com dinheiro de papai, na moto que mamãe me deu, logo depois da aula da facul que vovó paga todo mês. Talvez eu não queira ser um escritor fodido, auto-piedoso, babaca, que só sabe ficar com a cara no próprio rabo. Talvez eu queira mais, ser um desses meninos de luz, que enchem a casa de alegria. Mas enquanto essa merda não acontece, vou fodendo o que puder se mexer... Ooops!... Hora da terapia. Volto pra dentro de mim.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Piloto
Bom dia Recife! Recentemente obriguei-me a criar este blog. Em uma civilização mais avançada teria lucro com isto, mas como se trata de Brasil... (e vai Brás o Brasil) Na metade de minha dose de vodka (porque, sim, escrever está me atrapalhando), é necessário dizer que não gosto de vocês. Não é o fato de ser excêntrico, modista, carente ou de ter ódio de mim mesmo, não, não é isso, eu apenas não gosto de vocês. Muitas vezes eu parecerei romântico, sarcástico, sensual, pornográfico, um bom amigo muitas vezes, mas, acredite, eu realmente não estarei gostando de você!
Meu terapeuta outro dia me disse que eu deveria me abrir para o mundo; como se o mundo de um homem não fosse exatamente o que ele carrega em si mesmo, indiferente do mundo em que vive, todavia afetado por ele. Coisas de brejo, sabe, andar mais, conversar mais, quem sabe fazer esportes? Pareceu-me uma boa pedida, quero dizer, tomar uns drinks por aí, conhecer alguma mulheres, descentralizar-me de mim. Conheci uma garota legal, pernas longas, sexo possivelmente bom. Com dois dias estava eu internado num hospital, semi-ébrio e completamente assaltado. Nos dias de hoje as mulheres levam muito mais do que seu coração.
No final toda essa merda de terapia se trata apenas de sexo, tudo se trata de sexo. Afinal, para que estudamos? Para nos formamos em algo? Para que nos formamos em algo?
Para termos uma profissão. Para que termos uma profissão?
Para ter um bom salário. Para que ter um bom salário? Para ser independente e auto-sustentável.
Para que ser independente e auto-sustentável?
Para ter destaque na sociedade. Para que ter destaque na sociedade? Para chamar a atenção das
mulheres.
E para que chamar a atenção das mulheres? Simples: SEXO. É a história do macho alfa, de que, apesar da constante evolução do entendimento da mente e filosofia humana, não se pode fugir do instinto primitivo, da necessidade da espécie. Não é só uma questão de enfiar o pau (tá bom, para alguns é), mas sim de prevalecer, se auto-afirmar. Então me peguei pensando em meu terapeuta, pensei que era foda aquele lugar, e de toda aquela merda que ele joga na minha cara, querendo apenas me dizer que eu seja um macho-alfa, que eu seja uma espécie evoluída com necessidades primevas. E o que toda essa merda quer dizer? SEXO! Uma dose de vodka talvez... É tarde, é hora da terapia; volto pra dentro de mim, volto pro mesmo lugar.
Meu terapeuta outro dia me disse que eu deveria me abrir para o mundo; como se o mundo de um homem não fosse exatamente o que ele carrega em si mesmo, indiferente do mundo em que vive, todavia afetado por ele. Coisas de brejo, sabe, andar mais, conversar mais, quem sabe fazer esportes? Pareceu-me uma boa pedida, quero dizer, tomar uns drinks por aí, conhecer alguma mulheres, descentralizar-me de mim. Conheci uma garota legal, pernas longas, sexo possivelmente bom. Com dois dias estava eu internado num hospital, semi-ébrio e completamente assaltado. Nos dias de hoje as mulheres levam muito mais do que seu coração.
No final toda essa merda de terapia se trata apenas de sexo, tudo se trata de sexo. Afinal, para que estudamos? Para nos formamos em algo? Para que nos formamos em algo?
Para termos uma profissão. Para que termos uma profissão?
Para ter um bom salário. Para que ter um bom salário? Para ser independente e auto-sustentável.
Para que ser independente e auto-sustentável?
Para ter destaque na sociedade. Para que ter destaque na sociedade? Para chamar a atenção das
mulheres.
E para que chamar a atenção das mulheres? Simples: SEXO. É a história do macho alfa, de que, apesar da constante evolução do entendimento da mente e filosofia humana, não se pode fugir do instinto primitivo, da necessidade da espécie. Não é só uma questão de enfiar o pau (tá bom, para alguns é), mas sim de prevalecer, se auto-afirmar. Então me peguei pensando em meu terapeuta, pensei que era foda aquele lugar, e de toda aquela merda que ele joga na minha cara, querendo apenas me dizer que eu seja um macho-alfa, que eu seja uma espécie evoluída com necessidades primevas. E o que toda essa merda quer dizer? SEXO! Uma dose de vodka talvez... É tarde, é hora da terapia; volto pra dentro de mim, volto pro mesmo lugar.
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